39 mil ataques cibernéticos atingiram o agronegócio brasileiro em 2025.
Sua operação estava entre eles?
Entenda onde estão os gaps mais explorados no setor e como empresas de agro estão fechando essas portas.
Sua operação está entre as 3.200 tentativas mensais?
Agendar diagnóstico gratuito →O agro digitalizou rápido.
A segurança ficou para trás.
84% dos produtores brasileiros já usam alguma solução digital. IoT no campo, drones de monitoramento, ERPs em nuvem, fintechs agrícolas. Em cinco anos, a conectividade no agro saiu de exceção e virou regra.
O problema é que a segurança não acompanhou esse ritmo. 56% das empresas do setor ainda gerenciam processos por planilha. A maioria não tem monitoramento de rede. Tecnologia operacional (OT) e TI corporativa coexistem no mesmo ambiente, sem segmentação.
Os atacantes perceberam. O agro investe menos em cibersegurança que setores como financeiro e saúde, o que torna essas empresas alvos atrativos. Segundo a Check Point Research, os ataques ao setor agrícola cresceram 101% em um ano. E a abordagem é metódica: reconhecimento da rede, mapeamento de acessos, testes de entrada. Quando o ataque acontece, a preparação já tinha semanas.
O impacto não é abstrato. Não é só dado que vaza. É sistema de irrigação que para. Sensor de campo que descalibra. Logística de escoamento que trava. No agro, a perda se mede em toneladas por hora.
5 ameaças que já estão
dentro do agro brasileiro
1. Ransomware na cadeia de produção
O agro trabalha com janelas estreitas: safra, validade, logística de exportação. O atacante paralisa ERPs e sistemas de logística e usa a urgência como alavanca de extorsão. A JBS pagou US$ 11 milhões de resgate em 2021.
2. Comprometimento de sistemas OT e IoT
Sensores de campo, irrigação automatizada, PLCs de plantas de alimentos. Sem segmentação entre TI e tecnologia operacional, o invasor entra pela rede do escritório e chega ao chão de fábrica.
3. Roubo de credenciais e acesso remoto
Fazendas, CDs e escritórios multiplicam VPNs e pontos de acesso remoto. 30% dos ataques globais começam por credenciais válidas roubadas ou compradas, segundo o CrowdStrike Global Threat Report.
4. Ataques à cadeia de suprimentos
Fintechs agrícolas, fornecedores de insumos, transportadoras. Cada parceiro conectado à sua rede é uma porta de entrada: basta o atacante entrar por quem tem segurança mais fraca.
5. Fraude e engenharia social
Phishing a compradores, ordens de compra falsificadas, desvio de pagamentos. O volume de transações e a pressa da safra abrem janelas que não exigem tecnologia sofisticada, só desatenção.
Reconheceu alguma dessas ameaças na sua operação? Podemos mapear os gaps em 48h.
Solicitar mapeamento →Empresas de agro que já
fecharam essas portas
Backup de 32 horas caiu para 6.
Recuperação de VM de 60 minutos caiu para 2.
A Euralis é uma cooperativa agrícola e agroalimentar com mais de 7.000 membros e 100 TB de dados críticos. Com soluções de backup defasadas, a janela de proteção não acompanhava o volume de dados, e o tempo de recuperação colocava a operação em risco.
“Os recursos da Veeam oferecem aos membros da equipe uma grande oportunidade para fortalecer seus conhecimentos e aumentar seu pensamento estratégico.”
Cooperativas agropecuárias do Rio Grande do Sul
20 mil horas por ano economizadas
para produtores rurais com IA.
A Smartcoop conecta cooperativas agropecuárias do Rio Grande do Sul e atende mais de 13 mil usuários, cobrindo 706 mil hectares e 33 mil talhões. Com a Infomach, criou a ANA: uma assistente virtual com IA generativa que responde dúvidas de produtores em tempo real, usando Amazon Bedrock e RAG.
“A AWS foi escolhida como base de desenvolvimento da ANA devido à sua ampla gama de serviços de IA e machine learning.”
Mais de 600 empresas confiam na Infomach para proteger seus ambientes críticos. Mais de 100 mil endpoints protegidos todos os dias.
6 capacidades que protegem
sua operação inteira
Monitoramento 24x7 com ElixGuard
O agro opera 24 horas. Um ataque às 3h de uma terça não espera o time de TI chegar.
O ElixGuard é o SOC próprio da Infomach, com 5 agentes de IA que fazem hunting, triagem, investigação e resposta em segundos. Seu time recebe só o alerta que precisa ser tratado, sem ruído e sem fadiga. Todo mês, você recebe um relatório com MTTD, MTTR, ataques bloqueados e ROI calculado.
Preço em reais, sem variação cambial. Sem cobrança por volume de logs. Operação própria da Infomach, não revenda de terceiro.
Proteção de Endpoints e Workloads
Máquinas de escritório, servidores de ERP e workloads em nuvem são os alvos preferidos de ransomware.
CrowdStrike Falcon detecta ataques pelo comportamento, não por assinaturas. Ataques novos, inclusive os gerados por IA, são identificados antes de causar dano. Sem depender de atualização de base.
Segurança de Rede e Perímetro
Escritório central, plantas de processamento, pontos de distribuição. Cada localidade é um perímetro diferente.
Fortinet FortiGate com IA nativa para ambientes distribuídos. Inspeção de tráfego sem adicionar latência à operação. Proteção unificada mesmo com múltiplos links e localidades.
Controle de Acessos e Identidade
Equipes distribuídas entre fazendas, CDs e escritórios multiplicam o risco de credencial comprometida.
BeyondTrust PAM com acesso just-in-time: o usuário recebe acesso apenas quando precisa, pelo tempo necessário. Sessões gravadas e privilégio sob demanda. Se a credencial vazar, o estrago é contido.
Segurança Cloud (AWS)
ERPs e plataformas de gestão migraram para a nuvem. A governança de segurança precisa acompanhar.
Proteção de workloads, FinOps e governança em AWS. A Infomach é parceira Advanced Tier Services, com competências validadas em IA Generativa e EC2 for Windows Server.
Pentest e Assessment
As vulnerabilidades que ninguém encontrou são as que os atacantes vão explorar primeiro.
Relatório de exposição com priorização por risco de negócio, não por severidade técnica. O C-level entende o que corrigir primeiro e por quê. Diagnóstico entregue em até 48h.
26 anos protegendo ambientes críticos. SOC próprio em Goiânia, no coração do cinturão agro do Centro-Oeste. Parceira avançada AWS. Ecossistema de fabricantes líderes: CrowdStrike, Fortinet, BeyondTrust. Operação real, não revenda.
Cada uma dessas capacidades pode ser ativada em semanas. Vamos definir a prioridade da sua operação.
Agendar conversa sem compromissoMapeamos os gaps da sua operação
em 48h. Sem compromisso.
Você recebe um relatório de exposição com as vulnerabilidades encontradas, priorizadas por risco de negócio, com recomendações de correção imediata.
Sem contrato, sem custo, sem compromisso de fechamento. Só um diagnóstico que mostra onde a sua operação está exposta.
Sua produção não pode parar:
Cibersegurança, Nuvem e IA para o Agro e Alimentos
24 de setembro, às 10h · Online, via Microsoft Teams
Perguntas frequentes sobre
cibersegurança no agronegócio
Por que o agronegócio virou alvo de ataques cibernéticos?
O agro representa 25% do PIB brasileiro e digitalizou rápido: 84% dos produtores já usam alguma solução digital. Ao mesmo tempo, o setor investe menos em segurança que setores como financeiro e saúde. Para os atacantes, é um alvo com alto valor e defesa baixa. Os ataques ao setor cresceram 101% em um ano, segundo a Check Point Research.
Quais são as principais ameaças cibernéticas para empresas do agro?
As cinco ameaças mais críticas são: ransomware na cadeia de produção, comprometimento de sistemas OT e IoT, roubo de credenciais e acesso remoto, ataques via cadeia de suprimentos e fraude por engenharia social. 10% dos ataques de ransomware no Brasil já miram o agro. São 3.200 tentativas de invasão por mês no setor.
O que é ransomware e como ele afeta a operação agrícola?
Ransomware é um ataque que bloqueia o acesso aos sistemas da empresa e exige pagamento para liberar. No agro, o impacto é operacional: ERPs param, logística de escoamento trava, controle de qualidade fica offline. Os atacantes exploram as janelas estreitas do setor (safra, prazo de validade, exportação) como pressão para pagamento. A JBS pagou US$ 11 milhões em resgate em 2021.
Como proteger sistemas IoT e OT no agronegócio?
A proteção começa pela segmentação de rede: separar TI corporativa de tecnologia operacional (sensores, irrigação, PLCs). Sem essa separação, o invasor entra pela rede do escritório e chega ao chão de fábrica. A combinação de monitoramento 24x7 (SOC), proteção de endpoints com detecção comportamental e firewalls com IA nativa cria camadas que impedem o movimento lateral.
O que é um SOC e por que o agro precisa de monitoramento 24x7?
SOC (Security Operations Center) é um centro de operações de segurança que monitora a rede da empresa em tempo real. O agro opera sem parar: plantio, irrigação, logística, exportação. Um ataque às 3h de uma terça não espera o time de TI chegar. O ElixGuard, SOC próprio da Infomach, usa 5 agentes de IA para hunting, triagem e resposta em segundos. Preço em reais, sem variação cambial e sem cobrança por volume de logs.
A LGPD se aplica ao agronegócio?
Sim. Toda empresa que coleta, armazena ou processa dados pessoais precisa seguir a LGPD, incluindo agroindústrias, cooperativas e tradings. Cadastros de produtores, dados de funcionários, contratos com fornecedores e informações de clientes entram no escopo. Um incidente de segurança que exponha esses dados pode gerar multas de até 2% do faturamento, limitadas a R$ 50 milhões por infração.
Quanto custa um ataque cibernético para uma empresa do agro?
O custo vai além do resgate. Inclui parada de operação (no agro, a perda se mede em toneladas por hora), recuperação de sistemas, dano reputacional, multas regulatórias e perda de contratos de exportação. A JBS pagou US$ 11 milhões só em resgate. Para empresas menores, um ransomware pode significar dias de operação parada durante a safra, quando cada hora conta.
O agro pode usar o mesmo modelo de segurança de outros setores?
O agro opera de forma distribuída entre fazendas, centros de distribuição e escritórios. TI corporativa e tecnologia operacional (OT) coexistem no mesmo ambiente. As janelas de safra e logística de exportação criam pressões que outros setores não têm. A proteção precisa considerar esses fatores, não replicar um modelo genérico de empresa urbana.
Por onde começar a proteger minha empresa do agro contra ataques?
O primeiro passo é um diagnóstico de exposição: mapear as vulnerabilidades reais da sua operação, priorizadas por risco de negócio. A Infomach entrega esse mapeamento em até 48 horas, sem custo e sem compromisso. O relatório mostra onde estão os gaps, o que corrigir primeiro e por quê. A partir dele, o plano de proteção segue a prioridade da operação, não uma checklist genérica.
Agendar diagnóstico gratuitoQual a diferença entre segurança de TI tradicional e proteção para ambientes OT/IoT?
Segurança de TI protege servidores, desktops e dados. Proteção OT/IoT cobre sensores de campo, irrigação automatizada, PLCs de plantas industriais e sistemas SCADA. A diferença crítica: em OT, o objetivo do atacante nem sempre é roubar dados. Pode ser sabotar operação, descalibrar sensores ou paralisar produção. A defesa precisa de visibilidade em ambos os ambientes e segmentação entre eles.