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Riscos Tecnológicos são mais Prováveis e tem maior Impacto que uma PANDEMIA

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Os riscos tecnológicos são mais prováveis e tem impacto maior do que uma pandemia como a COVID 19.

O The Global Risks Report, publicado anualmente durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, em sua edição de 2020, escrito antes da atual pandemia, fazia menção a ‘um mundo instável’, onde “poderosas forças econômicas, demográficas e tecnológicas estão moldando um novo equilíbrio de poder.

E o mais impressionante é que apesar de todo “estrago” causado pela PANDEMIA, o relatório aponta que ela seria apenas a décima colocada em impacto, ou seja, temos muitos outros RISCOS com maior potencial de impacto e maior probabilidade de ocorrência com que nos preocupar.

Sem qualquer conhecimento de saúde, ou desastres naturais, quero aqui me ater a questões tecnológicas.

Fraude ou roubo de dados e ataques cibernéticos já figuram entre os 10 riscos globais mais prováveis ​​(sexto e sétimo, respectivamente), enquanto a colapso de infraestrutura de redes e servidores se junta aos ataques cibernéticos nos 10 riscos mais impactantes (sexto e oitavo respectivamente). Além disso, 76,1% dos entrevistados já previam que os riscos de ataques cibernéticos aumentassem em 2020, tornando-se o quinto maior risco identificado na pesquisa.

*Circulei os riscos tecnológicos e adicionei a “COVID 19” ao gráfico original.

De forma objetiva, riscos tecnológicos como aponta o relatório, tem uma probabilidade maior de ocorrer que uma pandemia, e teriam um impacto negativo também maior do que uma pandemia como a que estamos enfrentando.

É preciso sim debater sobre vacinação obrigatória, políticas e ações para se resolver essa e evitar uma nova pandemia.

Da mesma forma, com a vantagem de podermos encontrar a solução antes do problema, é preciso discutir sobre a segurança da informação e disponibilidade dos sistemas críticos.

Talvez seja necessário criar um padrão mínimo de segurança ou mesmo de plataforma de disponibilização de dados, para evitar que computadores pessoais ou corporativos desprotegidos sejam usados como vetores de ameaças cibernética.

Temos ainda um agravante, se na COVID 19 é muito provável que não temos um país ou uma pessoa como responsável, é improvável que o mesmo ocorra em uma pandemia cibernética, onde provavelmente teremos criminosos independentes ou ligados a algum governo como responsável.

Se a pandemia nos proibiu de nos movimentar fisicamente, a tecnologia permitiu que acessássemos quase tudo digitalmente, com certeza amenizando os impactos.

Agora tente pensar no inverso, um cenário no qual estejamos livres para nos movimentar fisicamente, mas impedidos de acessar toda a infraestrutura tecnológica que permite que o mundo funcione. Imagine bancos inacessíveis, sistemas de comércio off-line, redes elétricas desconectadas entre outros.
De maneira “simples”, tente pensar em 30 dias ou 3 meses sem internet.

Apesar de tudo de ruim que o CORONAVIRUS trouxe, ele mudará o mundo positivamente para sempre.

É preciso olhar para os desafios e dificuldades em busca do equilíbrio entre risco e oportunidade, aonde com certeza estará também o caminho para melhorar o mundo, criar ou expandir negócios.

Recomendo fortemente que você leia o relatório de 2020 http://www3.weforum.org/docs/WEF_COVID_19_Risks_Outlook_Special_Edition_Pages.pdf

Antonio Luiz Alves é Fundador e Diretor da Infomach

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