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Ciclo de Execução de Pentest: Da Preparação ao Relatório

Scanner Automatizado Não é Pentest — É Apenas o Começo

Você contrata pentest e recebe relatório genérico com centenas de “vulnerabilidades” de baixa criticidade? Ferramentas automatizadas são úteis para varredura inicial, mas vulnerabilidades que realmente comprometem negócios exigem análise humana especializada. Pentest artesanal, executado por hackers éticos certificados, simula atacantes reais explorando cadeias de vulnerabilidades, engenharia social e lógica de negócio — vetores que nenhum scanner detecta.

O Que Define Pentest Profissional vs Scan Automatizado

Scan de vulnerabilidades:

Pentest profissional:

A Infomach realiza pentests artesanais com equipe de hackers éticos especializados em CTF challenges e certificações de alto nível, usando scripts proprietários apenas para tarefas repetitivas — nunca automações cegas.

Cada teste é único, adaptado ao ambiente e objetivos do cliente.

Fase 1: Planejamento e Escopo — Definindo Regras de Engajamento

Pentest efetivo começa com alinhamento claro entre cliente e equipe de segurança:

Definição de escopo:

Regras de engajamento:

Objetivos de negócio:

Fase 2: Reconhecimento (RECON) — Mapeando Superfície de Ataque

Antes de atacar, é preciso conhecer o alvo. Fase de reconhecimento usa técnicas OSINT (tema detalhado em post anterior desta série) para coletar informações públicas:

Reconhecimento passivo:

Reconhecimento ativo:

Essa fase pode durar dias em pentests complexos. Quanto melhor o reconhecimento, mais direcionado e efetivo o ataque.

Fase 3: Análise de Vulnerabilidades — De Achados a Exploráveis

Com mapa de superfície de ataque pronto, inicia-se busca por vulnerabilidades:

Scanners automatizados (primeira camada):

Análise manual (diferencial crítico):

Ferramentas identificam vulnerabilidades potenciais. Especialistas humanos validam exploração real — essa diferença é crucial para evitar falsos positivos que desperdiçam tempo de equipes de desenvolvimento.

Fase 4: Exploração — Validando Impacto Real

Vulnerabilidade teórica tem valor limitado. Exploração demonstra impacto concreto:

Exploração de aplicações web:

Exploração de infraestrutura:

Pós-exploração (simulando atacante real):

A Infomach documenta cada etapa com evidências (screenshots, logs, dados exfiltrados), construindo narrativa completa do ataque para relatório executivo.

Fase 5: Pós-Exploração — Medindo Profundidade do Comprometimento

Objetivo não é apenas invadir, mas demonstrar até onde atacante real poderia chegar:

Cenários de pós-exploração:

Exfiltração de propriedade intelectual: após comprometer servidor de desenvolvimento, acessar repositório Git e exfiltrar código-fonte de produtos estratégicos.

Comprometimento de infraestrutura: usar servidor web vulnerável como ponto de entrada, pivotar para rede interna e acessar Active Directory, comprometendo toda infraestrutura corporativa.

Persistência avançada: instalar rootkit ou trojanizar binário legítimo para manter acesso mesmo após patches e reinicializações.

Essa fase responde pergunta crítica: “Se atacante invade sistema X, quais dados críticos estão em risco?”

Fase 6: Relatório e Remediação — Transformando Achados em Ações

Pentest sem relatório acionável é exercício acadêmico. Relatório profissional serve múltiplas audiências:

Relatório executivo (C-level, board):

Relatório técnico (times de TI/segurança):

Roadmap de correções:

A Infomach vai além do relatório: oferece suporte durante fase de remediação e realiza reteste gratuito para validar que correções eliminaram vulnerabilidades.

Tipos de Pentest: Escolhendo Abordagem Adequada

Black Box:

Grey Box:

White Box:

A Infomach recomenda Grey Box para maioria dos cenários, complementado por White Box para aplicações críticas desenvolvidas internamente.

Pentest de Aplicações Web: OWASP Top 10 e Além

Aplicações web são vetor de ataque primário. Pentest efetivo valida:

OWASP Top 10 2021:

  1. Broken Access Control (IDOR, escalação de privilégios)
  2. Cryptographic Failures (dados sensíveis sem criptografia)
  3. Injection (SQL, NoSQL, OS command, LDAP)
  4. Insecure Design (falhas de arquitetura, não bugs pontuais)
  5. Security Misconfiguration (defaults inseguros, debug habilitado em produção)
  6. Vulnerable and Outdated Components (bibliotecas desatualizadas)
  7. Identification and Authentication Failures (session management fraco, brute force)
  8. Software and Data Integrity Failures (deserialização insegura, supply chain)
  9. Security Logging and Monitoring Failures (falta de auditoria)
  10. Server-Side Request Forgery (SSRF)

Além de OWASP, pentester experiente testa lógica de negócio específica: fluxos de pagamento, workflows de aprovação, gestão de permissões customizadas.

Pentest de APIs: Desafios de Arquiteturas Modernas

APIs REST/GraphQL exigem abordagem específica:

A Infomach testa APIs usando metodologia OWASP API Security Top 10, incluindo fuzzing automatizado e análise manual de lógica de negócio.

Pentest de Infraestrutura: Segurança de Rede e Servidores

Além de aplicações, infraestrutura requer validação:

Engenharia Social e Phishing: Testando o Elo Mais Fraco

Tecnologia é apenas parte da segurança. Humanos são frequentemente o elo mais fraco:

Simulação de phishing:

Testes de engenharia social:

A Infomach oferece programas de conscientização integrados com pentests, preparando colaboradores para evitar 90% das violações de segurança causadas por engenharia social.

Frequência Ideal de Pentests: Quando Testar Novamente

Segurança é processo contínuo, não evento anual:

Triggers para pentest:

Frequência recomendada:

Hardening Pós-Pentest: Maximizando Valor do Investimento

Relatório de pentest é ponto de partida, não fim:

Priorização de correções:

  1. Críticas: exploração remota, acesso não autorizado a dados sensíveis (corrigir em 7 dias)
  2. Altas: escalação de privilégios, bypass de autenticação (corrigir em 30 dias)
  3. Médias: information disclosure, configurações inseguras (corrigir em 90 dias)
  4. Baixas: hardening geral, best practices (roadmap de melhoria contínua)

Validação de correções:

Melhoria contínua:

Pentest + Red Team + Bug Bounty: Estratégias Complementares

Diferentes abordagens servem objetivos distintos:

Pentest: avaliação estruturada com escopo definido, entrega em prazo fixo.

Red Team: simulação de ataques direcionados de longa duração (semanas/meses), testando detecção e resposta (SOC, NOC, processos).

Bug Bounty: programa contínuo onde pesquisadores independentes reportam vulnerabilidades por recompensas.

Organizações maduras combinam as três: pentest anual profundo, Red Team para validar detecção, Bug Bounty para cobertura contínua em produção.

Transforme Vulnerabilidades em Postura de Segurança Robusta

Pentest profissional não é checkbox de compliance, é investimento em conhecimento profundo de riscos reais do seu negócio. Cada vulnerabilidade identificada e corrigida é ataque evitado.

Principais ganhos de pentest artesanal:


Você confia que sua segurança resistiria a um atacante determinado? A Infomach oferece pentests artesanais executados por hackers éticos com certificações avançadas (OSCP, OSEP, OSWE), entregando relatórios executivos com vulnerabilidades reais, evidências de exploração e recomendações acionáveis. Não geramos listas genéricas de scanners — simulamos atacantes reais explorando seu ambiente.

Solicite Proposta de Pentest Personalizado → https://lp.infomach.com.br/contat

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